Crítica | Assassinato no Expresso do Oriente - Agatha Christie
- Isadora Wandermurem
- 14 de set. de 2022
- 1 min de leitura

Hercule Poirot é um detetive extremamente talentoso e perspicaz. A história começa com ele está indo embora da Síria, depois de ter solucionado um caso por lá, e partindo para a Turquia, onde deve passar uns dias em Istambul. Mas chegando em seu destino, lhe é entregue um telegrama que diz que Poirot precisa voltar a Londres imediatamente. Isso o intriga muito, pois é algo totalmente inesperado. Mas ele muda seus planos e vai atrás de comprar uma passagem de trem para Londres. Depois de conseguir um lugar, o Expresso do Oriente parte então, começando sua viagem de três dias pela Europa. Após se instalar, Poirot se atualiza das pessoas que estão viajando com ele. Alguns ele simpatiza, outros nem tanto. Mas o que acontece com o americano Ratchett, um dos passageiros da primeira classe do carro Wagon Lit, é que ele lhe deu uma impressão muito estranha. Este mesmo senhor reconhece Poirot pelo nome e lhe oferece muito dinheiro se o detetive pegar o seu caso. Ratchett diz que, como todo homem rico, tem um inimigo e que está sendo ameaçado, então pede a ajuda de Poirot, mas o detetive recusa. Na manhã seguinte Ratchett é encontrado morto em sua cabine, com vários golpes desferidos em seu corpo. Apesar de ser algo terrível, seria de fácil solução: a polícia seria chamada e todo o processo de investigação teria início. Acontece que por causa de uma nevasca muito forte na madrugada, o trem está parado, o que significa que ninguém entra ou sai do trem.
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